sábado, 16 de maio de 2026

O MILAGRE EUCARÍSTICO DE TIXTLA

Em 22* de outubro de 2006, durante a missa dominical de um retiro espiritual oferecido aos fieis da Paróquia de São Martinho de Tours, em Tixtla, no México, conduzido pelo Pe. Raymundo Reyna Esteban como oficiante convidado, a Irmã Arely Marroquín observou que uma das hóstias parecia exsudar uma substância avermelhada à semelhança de sangue fresco. 

A hóstia eucarística foi cuidadosamente preservada, subdividida em amostras distintas que foram submetidas a exaustivos testes científicos, que envolveram laboratórios, cientistas e técnicas de origens diversas e independentes e em anonimato completo às conclusões dos estudos realizados pelos outros laboratórios envolvidos. 


Todos os testes confirmaram que o material analisado constituía tecido de músculo cardíaco, com identificação clara de células adiposas, glóbulos vermelhos e glóbulos brancos, indicando um metabolismo vivo e em franca manifestação. Adicionalmente, os estudos imunológicos demonstratam tratar-se de sangue humano, pertencente ao grupo sanguíneo AB. O fluxo sanguíneo foi caracterizado como proveniente do interior da hóstia para a superfície da mesma, sem quaisquer possibilidades de origem exterior à hóstia.

Em 12 de outubro de 2013, após vários anos dos estudos científicos e cuidadosa reflexão teológica, Dom Alejo Zavala Castro, bispo da diocese local, declarou o evento como um milagre eucarístico, convidando os fiéis a meditar sobre a Presença Real de Cristo e a se aproximarem da Sagrada Comunhão com maior fé, reverência e amor. A hóstia do milagre eucarístico de Tixtla permanece preservada na Paróquia de São Martinho de Tours, na diocese de Chilpancingo–Chilapa, no México, onde o milagre ocorreu, como objeto de veneração pública.

* outras referências indicam a data de 21 de outubro de 2006 (sábado)