Jovem filho de Deus, queres seguir a Jesus? Só se segue a Jesus levando Jesus consigo, pois
somente Ele é capaz de indicar os caminhos que os planos de Deus
construíram para que O encontres na Plena Visão. É preciso,
então, levar Cristo contigo em cada passo, em cada jornada. Será que nestes
lugares de tua predileção, Jesus iria contigo? Nestes ambientes que tu te divertes, Jesus iria contigo? Se a resposta é sim, então tua santificação
está a caminho: onde levas teu corpo tem a mesma medida com que levas Jesus em
teu coração.
quarta-feira, 12 de junho de 2013
domingo, 9 de junho de 2013
'LEVANTA-TE!'
Páginas do Evangelho - Décimo Domingo do Tempo Comum
Diante da morte, o último inimigo a ser vencido, o Senhor antecipou sua vitória. Movido pela misericórdia e pela compaixão, Jesus consola a viúva, compadecido pela sua dor tamanha; 'Não chores!' (Lc 7,14). Naquele momento tremendo, as duas multidões se calaram, o cortejo parou, parou o tempo dos homens. Jesus aproximou-se e tocou o caixão aberto. E, como o Filho do Deus Vivo, falou para ser ouvido pelos vivos e pelo morto: 'Jovem, eu te ordeno, levanta-te!' (Lc 7,14). Mais tarde, Jesus há de confirmar com palavras definitivas o seu gesto de agora: 'Eu sou a Ressurreição e a Vida!' (Jo 11, 25). A vitória sobre a morte é uma ordem de absoluta natureza divina: Levanta-te!
E o que estava morto recuperou a vida; e a viúva que chorava dolorosamente a perda do filho único, chorou certamente de júbilo incontido; a multidão agora estremecia de espanto uma vez tornados testemunhas oculares de um prodígio da graça de Deus. E, entre a estupefação e o impacto de um contato tão estreito com o sobrenatural, compreenderam a dimensão do episódio e glorificaram extasiados a Revelação de Deus manifestada de forma tão singular diante de tantos homens. E aquele evento extraordinário foi proclamado pela Judeia inteira!
Jesus assume a ressurreição do filho único da viúva, como prerrogativa de salvação de todos os seus filhos, chamados à vida pela graça de Deus, amados e tangidos pela infinita misericórdia do seu Coração Divino. Ele quer sempre nos encontrar pelos caminhos de nossas vidas tortuosas e claudicantes, quer enxugar toda lágrima e aliviar todo nosso sofrimento, quer nos impelir a uma vida de graça e santificação, quer nos livrar de todo mal, do pecado e da morte eterna. Jesus espera por nós em muitos caminhos e nos tira do chão de nossa fragilidade humana vezes sem conta, esperando o nosso sim fiel e definitivo: 'Levanta - te!'.
QUATRO OBSTÁCULOS AO CORAÇÃO DE JESUS
Quatro obstáculos nos detêm no caminho da verdadeira devoção ao Coração de Jesus. O primeiro é a tibieza, estado bem triste. A alma tíbia só faz o que não pode omitir. Sem caridade, sem fervor, a si própria é pesada, e, em lugar de progredir no caminho da virtude, recua. Tanto mais deplorável é este estado, quanto menos perigoso o julgamos. Evitamos os pecados grosseiros, e cremo-nos por isso em segurança; mas é porque esquecemos o que diz o Senhor no Apocalipse: 'Por seres tíbio, lançar-te-ei de minha boca'. Como se quisesse dizer: 'Não mereces viver em mim; não terás acesso até meu Coração, porque me retribuis a ternura com frieza criminosa.' Confissões sem emenda, comunhões sem fruto, são as consequências comuns de tão desgraçado estado.
O amor próprio é o segundo obstáculo. A observância do Evangelho encerra-se toda nesta palavra de Jesus Cristo: 'Se alguém quiser seguir-me, renuncie a si próprio, tome sua cruz, e siga-me'... Nisto, porém, poucos são os que pensam seriamente. Não gostam senão das virtudes que lhes agradam e combinam com seu humor; como pode, porém, um coração assim disposto unir-se com o Sagrado Coração de Jesus?
O terceiro obstáculo é alguma paixão favorita que poupamos e não queremos sacrificar. Por mais que se domem quase todas, ficando uma só deste gênero, torna-se impossível a união dos corações. Examinai de boa fé qual é a que reservais, e sacrificai-a generosamente ao Coração de Jesus. Menos vos custará, acreditai, renunciar a ela, do que satisfazê-la.
O quarto obstáculo é um orgulho secreto. Vencem-se e enfraquecem-se os outros inimigos pela prática das virtudes, ao passo que este se fortifica com elas. Pode-se dizer que, de todos os vícios, nenhum há que tanto tenha paralisado as almas no caminho da piedade, e da mais alta perfeição as tenha abismado na tibieza e até na desordem, como o orgulho.
Deste espírito de vaidade procede o imoderado desejo que temos de aparecer, de sair bem do que empreendemos, e, também, a tristeza e desânimo em que caímos depois dos reveses; o entusiasmo que sentimos quando nos dão louvores. Tal espírito insinua-se até no exercício das maiores virtudes; somos mortificados, obsequiosos, honestos, delicados, caridosos, cheios de zelo pela salvação, meditação, etc., mas gostamos também que sejam conhecidas estas nossas qualidades.
É do orgulho que dimanam as susceptibilidades em pontos de honra, esfriamentos, pesares que tanto se aproximam da inveja, bem como a pena oculta que nos causam os triunfos dos outros, que buscamos amesquinhar, e a extrema tristeza e desalento que experimentamos quando resvalamos em alguma falta semelhante. Em suma, passamos por espirituais, supomo-nos tais, e só nos conduzimos pela prudência mundana; a superfície espiritual encobre paixões reais: e na hora da morte, pessoas que julgamos encarregadas de riquezas espirituais, acham-se com as mãos vazias de boas obras; porque certo amor próprio, ambiçãozinha e orgulho latente, tudo roubaram e corromperam. Eis o verme que faz secar e tombar os mais altos e frondosos carvalhos.
(Devocionário do Sagrado Coração de Jesus)
sábado, 8 de junho de 2013
POEMAS PARA REZAR (XI)
Omayra Sánchez. Treze anos. Em 1985, o vulcão Nevado del Ruiz arrasou o povoado de Armero, na Colômbia, onde ela vivia, matando mais de 25.000 pessoas. Nos escombros da tragédia, Omayra ficou presa dentro de um poço inundado, esmagada da cintura para baixo por uma combinação estranha dos destroços, que não permitiam o resgate sem uma amputação mortal do seu corpo. Um processo para a drenagem e rebaixamento do nível da água no poço, embora possível, embora demorado, nunca foi feito. A agonia de Omayra, registrada na foto impactante do fotógrafo francês Frank Fournier, que correu o mundo, drama que foi acompanhado também por dezenas de testemunhas oculares e pelas câmeras de televisão, durou 60 horas. Em nenhum momento, a menina chorou, lamentou, desesperou-se; ao contrário, suportou o enorme sofrimento com enorme serenidade e aceitação. Na madrugada do seu terceiro dia de martírio, começou a delirar; pela manhã, pronunciou as suas últimas palavras: 'Acho que já vou, o Senhor está me esperando'; pouco depois, pendeu a cabeça e faleceu, por efeitos extremados de gangrena e hipotermia. Omayra foi enterrada ali mesmo, permanecendo na morte na mesma posição em que deixou o mundo para encontrar-se com Deus.
UMA PRECE POR OMAYRA
Façamos um minuto de silêncio
pensemos na dor, vivamos a dor,
como se a dor não fosse apenas fruto da nossa imaginação ou um sentimento;
por um minuto que seja, vivamos a dor,
a dor que não tinha nome até agora,
a dor de Omayra.
Que não é apenas a dor física e brutal da carne esmagada,
de ossos quebrados,
de feridas que gangrenam,
da ação da água fria e barrenta congelando o sangue das veias.
Que não é apenas a dor de membros que se entorpecem,
do ar que queima em pulmões enrijecidos
de olhos que se vitrificam,
da falência lenta e gradual dos sentidos e dos pensamentos.
Todas estas dores têm um nome,
são conhecidas,
são de todo dia.
Falo de uma dor que não pode nascer apenas da carne humana,
uma dor que nela cabe o mundo,
falo da dor de Omayra.
Que não é apenas a dor que nasce da desesperança,
que se alimenta de toda a maldade,
que se embrutece com o abandono,
que se locupleta com a violência,
que enlouquece com o desespero.
Que não é apenas a dor que plasma todos os sentidos,
que condiciona todos os instintos,
que se avilta na miséria,
que se embriaga de malícia,
que se conspurca pelo ódio.
Não são destas dores que falo,
dores que moram em qualquer esquina,
vestidas de todas as cores e ensandecidas de todos os mimos.
Falo de uma dor que atravessa os muros,
soma de todos os flagelos,
falo da dor de Omayra.
Que não é apenas a dor que punge e que lateja,
a dor que se irrompe repentina,
a dor que pulsa e se refaz em fluxos e refluxos,
a dor lancinante, a dor física.
Que não é apenas a dor que transpassa o coração,
que rasga músculos ou membranas,
que é feita pelo delírio dos nervos
ou tangidas pelos espasmos do parto.
Não são destas dores que falo,
um mundo de dores físicas cruentas,
pálidas e tênues dores dos homens.
Falo de uma dor que não tem neste mundo,
que Deus sussurrou a uma menina:
falo da dor de Omayra.
Façamos um minuto de silêncio
pensemos na dor, na dor que não tinha nome até agora,
a dor de Omayra.
Para que sejam estas as dores de nossas cruzes,
os despojos suaves de nossas santas dores,
quando Deus nos sussurrar pela eternidade.
sexta-feira, 7 de junho de 2013
QUANDO O INFERNO É AQUI...
Num cemitério, diante uma sepultura, silêncio, respeito, oração. Ali jaz o corpo de uma criatura nascida da vontade expressa de Deus, testemunho final de que a vida é passageira e que são vãs todas as promessas do mundo. Esse corpo, agora sem alma, foi templo do Espírito Santo e há de ressuscitar no Juízo Final. Um cemitério católico é um lugar santo, sagrado, com túmulos bem cuidados e adornados com símbolos cristãos e, particularmente, a cruz de Cristo. Um lugar sagrado e propício para se fazer o oferecimento da nossa oração pelas almas dos fiéis defuntos e para reflexão sobre a transitoriedade dessa vida e meditação sobre a nossa própria morte e eternidade.
Sem essa dimensão da esperança e da fé cristãs, o cemitério torna-se um labirinto de tumbas empilhadas, mausoléus adornados pela vaidade efêmera dos valores humanos, lugar de miséria, indignidade e aversão. Quando os mortos são tratados como lixo, o inferno é aqui...
(cemitério Manila / Norte - Filipinas)
(cemitério protestante de Roma /Itália)
(cemitério Wadi Al-Salaam - Iraque)
PRIMEIRA SEXTA-FEIRA DE JUNHO
Nona 'Sexta-Feira' da Devoção
Eu te prometo, na excessiva misericórdia de meu coração, que meu amor onipotente concederá a todos os que comunguem nas primeiras sextas-feiras de mês, durante nove meses consecutivos, a graça da penitência final, e que não morram em minha desgraça, nem sem receber os Santos Sacramentos, assegurando-lhes minha assistência na hora final.
Ó bom Jesus, que prometestes assistir em vida, e especialmente na hora da morte, a quem invoque com confiança vosso Divino Coração! Eu vos ofereço a comunhão do presente dia, a fim de obter, por intercessão de Maria Santíssima, vossa Mãe, a graça de poder fazer as minhas nove primeiras sextas-feiras, de modo a alcançar uma santa morte e a merecer a glória do céu. Amém.
Oração Final
Meu Jesus, eu vos dou meu coração, consagro-vos toda minha vida e em vossas mãos ponho a eterna sorte de minha alma. Eu vos peço a graça especial de fazer as minhas nove primeiras sextas-feiras com todas as disposições necessárias para ser participante da maior de vossas promessas, a fim de, um dia, estar convosco por toda a eternidade no céu. Amém.
CONSAGRAÇÃO INDIVIDUAL AO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS
(Santa Margarida Maria)
Eu (nome) vos dou e consagro, ó Sagrado Coração de Jesus Cristo, minha pessoa e minha vida, minhas ações, penas e sofrimentos, para não querer mais servir-me de nenhuma parte de meu ser senão para vos honrar, amar e glorificar.
É esta minha vontade irrevogável: ser todo vosso e tudo fazer por vosso amor, renunciando de todo o meu coração a tudo quanto vos possa desagradar. Tomo-vos, pois, ó Sagrado Coração, por único objeto de meu amor, protetor de minha vida, segurança de minha salvação, remédio de minha fragilidade e de minha inconstância, reparador de todas as imperfeições de minha vida e meu asilo seguro na hora da morte.
Sede, ó coração de bondade, minha justificação diante de Deus, vosso Pai, para que desvie de mim sua justa cólera. Ò coração de amor! Deposito toda a minha confiança em Vós, pois tudo temo de minha malícia e de minha fraqueza, mas tudo espero de vossa bondade!
Extingui em mim tudo o que possa desagradar-vos, ou que se oponha à vossa vontade. Seja o vosso puro amor tão profundamente impresso em meu coração, que jamais possa eu esquecer-vos, nem separar-me de Vós. Suplico, por vosso infinito amor, que meu nome seja escrito em vosso coração, pois quero fazer consistir toda a minha felicidade e toda a minha glória em viver e morrer como vosso escravo. Amém.
PORQUE HOJE É A PRIMEIRA SEXTA-FEIRA DO MÊS
A Grande Revelação do Sagrado Coração de Jesus foi feita a Santa Margarida Maria Alacoque durante a oitava da festa de Corpus Christi de 1675...
“Eis o Coração que tanto amou os homens, que nada poupou, até se esgotar e se consumir para lhes testemunhar seu amor. Como reconhecimento, não recebo da maior parte deles senão ingratidões, pelas suas irreverências, sacrilégios, e pela tibieza e desprezo que têm para comigo na Eucaristia. Entretanto, o que Me é mais sensível é que há corações consagrados que agem assim. Por isto te peço que a primeira sexta-feira após a oitava do Santíssimo Sacramento seja dedicada a uma festa particular para honrar Meu Coração, comungando neste dia, e O reparando pelos insultos que recebeu durante o tempo em que foi exposto sobre os altares ... Prometo-te que Meu Coração se dilatará para derramar os influxos de Seu amor divino sobre aqueles que Lhe prestarem esta honra”.
... e as doze Promessas:
- A minha bênção permanecerá sobre as casas em que se achar exposta e venerada a imagem de meu Sagrado Coração.
- Eu darei aos devotos do meu Coração todas as graças necessárias a seu estado.
- Estabelecerei e conservarei a paz em suas famílias.
- Eu os consolarei em todas as suas aflições.
- Serei seu refúgio seguro na vida, e principalmente na hora da morte.
- Lançarei bênçãos abundantes sobre todos os seus trabalhos e empreendimentos.
- Os pecadores encontrarão em meu Coração fonte inesgotável de misericórdias.
- As almas tíbias se tornarão fervorosas pela prática dessa devoção.
- As almas fervorosas subirão em pouco tempo a uma alta perfeição.
- Darei aos sacerdotes que praticarem especialmente essa devoção o poder de tocar os corações mais empedernidos.
- As pessoas que propagarem esta devoção terão os seus nomes inscritos para sempre no meu Coração.
- A todos os que comungarem nas primeiras sextas-feiras de nove meses consecutivos, darei a graça da perseverança final e da salvação eterna.ATO DE DESAGRAVO AO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS
(rezai-o sempre, particularmente nas primeiras sextas-feiras de cada mês)
Dulcíssimo Jesus, cuja infinita caridade para com os homens é deles tão ingratamente correspondida com esquecimentos, friezas e desprezos, eis-nos aqui prostrados, diante do vosso altar, para vos desagravarmos, com especiais homenagens, da insensibilidade tão insensata e das nefandas injúrias com que é de toda parte alvejado o vosso dulcíssimo Coração.
Reconhecendo, porém, com a mais profunda dor, que também nós, mais de uma vez, cometemos as mesmas indignidades, para nós, em primeiro lugar, imploramos a vossa misericórdia, prontos a expiar não só as nossas próprias culpas, senão também as daqueles que, errando longe do caminho da salvação, ou se obstinam na sua infidelidade, não vos querendo como pastor e guia, ou, conspurcando as promessas do batismo, renegam o jugo suave da vossa santa Lei.
De todos estes tão deploráveis crimes, Senhor, queremos nós hoje desagravar-vos, mas particularmente das licenças dos costumes e imodéstias do vestido, de tantos laços de corrupção armados à inocência, da violação dos dias santificados, das execrandas blasfêmias contra vós e vossos santos, dos insultos ao vosso vigário e a todo o vosso clero, do desprezo e das horrendas e sacrílegas profanações do Sacramento do divino Amor, e enfim, dos atentados e rebeldias oficiais das nações contra os direitos e o magistério da vossa Igreja.
Oh, se pudéssemos lavar com o próprio sangue tantas iniquidades! Entretanto, para reparar a honra divina ultrajada, vos oferecemos, juntamente com os merecimentos da Virgem Mãe, de todos os santos e almas piedosas, aquela infinita satisfação que vós oferecestes ao Eterno Pai sobre a cruz, e que não cessais de renovar todos os dias sobre os nossos altares.
Ajudai-nos, Senhor, com o auxílio da vossa graça, para que possamos, como é nosso firme propósito, com a viveza da fé, com a pureza dos costumes, com a fiel observância da lei e caridade evangélicas, reparar todos os pecados cometidos por nós e por nossos próximos, impedir, por todos os meios, novas injúrias à vossa divina Majestade e atrair ao vosso serviço o maior número possível de almas.
Recebei, ó Jesus de Infinito Amor, pelas mãos de Maria Santíssima Reparadora, a espontânea homenagem deste nosso desagravo, e concedei-nos a grande graça de perseverarmos constantes até a morte no fiel cumprimento dos nossos deveres e no vosso santo serviço, para que possamos chegar todos à Pátria bem-aventurada, onde vós, com o Pai e o Espírito Santo, viveis e reinais, Deus, por todos os séculos dos séculos. Amém.
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